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2018 - Online Interactive Update Course (en, sp, pt)


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Transplant Options and Management of the Hypersensitized Patient

4.2 - Prevention of Rejection

Presenter: David N., Rush, , Canada
Authors: David N. Rush

[en] The hypersensitive patient offers important challenges and lessons to learn:

Pre-transplant desensitization? How to do it? Do we use living donor organs or not? Which is the likelihood of receiving an organ from a cadaveric donor with low compatibility, in contrast with the ‘best use of organs for transplantation’? The patient complications lead to more expenses; Should the patient be transplanted anyway?

How to follow-up these patients and get involved to avoid any risk of rejection, achieve an early diagnosis and subsequent treatment if necessary?

In the analysis, we must consider the ethical aspects of equity in access to [treatment], the better use of limited resources (both financial resources and the organs) and increased comorbidity risks. Some of these aspects are even more critical in Latin American countries with a low number of donors per million population (pmp) and per year, or small countries and/or with transport difficulties due to their geography. Do these things determine the need of exchange programs between regions or countries?

After analyzing the challenges, we think that - even a problem of only few patients – we are facing with interesting dilemmas, which debate will enlighten us.

[sp] El paciente hipersensibilizado ofrece desafíos y enseñanzas importantes:

¿Desensibilizar pre-trasplante? ¿Cómo hacerlo? ¿Utilizar o no órganos de donante vivo? ¿Cuál es su posibilidad de recibir un órgano de donante cadavérico con baja compatibilidad, en contraposición al “mejor uso de los órganos para trasplante”? Sus complicaciones generan más gastos, ¿deben trasplantarse igualmente?

¿Cómo seguir a estos pacientes e intervenir para evitar la aparición de rechazo, diagnosticarlo precozmente y, en su oportunidad, tratarlo?

En él se intrincan aspectos éticos de equidad en el acceso, del mejor uso de recursos escasos (tanto económicos como de órganos) y los riesgos de comorbilidad aumentados. Algunos de estos aspectos son aún más críticos en países de Latinoamérica con bajo número de donantes pmp y por año, o países pequeños o con dificultades de traslado por su geografía. ¿Esto determina la necesidad de programas de intercambio entre regiones o países?

Por todos estos desafíos nos pareció que, aunque es un problema que atañe a pocos pacientes, genera dilemas interesantes cuya discusión en este módulo nos iluminará.


[pt] O paciente hipersensibilizado nos oferece importantes desafios e ensinamentos:

Dessensibilizar pré-transplante? Como fazê-lo? Usar ou não órgãos de doadores vivos? Qual seria a sua chance de receber um órgão de doador falecido com baixa compatibilidade, em oposição ao "melhor uso de órgãos para transplante"? Suas complicações geram mais despesas, deveriam ser transplantados igualmente?

Como acompanhar esses pacientes e intervir para evitar a ocorrencia de rejeição, diagnosticá-la precocemente e, em sua oportunidade, tratá-la?

Os aspectos éticos da equidade do acesso, as questões sobre o melhor uso de recursos escassos (tanto econômicos quanto de órgãos) e os riscos maiores comorbidades são intricados. Alguns desses aspectos são ainda mais críticos em países latino-americanos com baixo número de doadores pmp e por ano, ou em países pequenos ou com dificuldades de transporte devido à sua geografia. Isso determina a necessidade de programas de intercâmbio entre regiões ou países?

Por todos esses desafios, pareceu-nos oportuno esse módulo porque, embora seja um problema que preocupa poucos pacientes, gera dilemas interessantes.

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